Luciano Casaroti se afasta da ATMP para concorrer ao cargo de PGJ

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O Presidente da Associação Tocantinense do Ministério Público (ATMP), promotor Luciano Casaroti, deixa o cargo nesta sexta-feira, 14, para concorrer ao cargo de Procurador-Geral de Justiça (PGJ).

A desincompatibilização atende ao previsto na Lei Orgânica do Ministério Público do Tocantins, referendada pelo Conselho Superior do Ministério Público, que determina o afastamento das funções associativistas pelo menos 60 dias antes do pleito para a formação da lista tríplice, que acontecerá no dia 16 de outubro.

Neste período, assume a presidência da ATMP a vice-presidente Jacqueline Orofino, que também se afastará das atividades pertinentes ao Centro de Apoio Operacional da Cidadania, Direitos Humanos e Mulher e à 14ª Promotoria de Justiça da Capital à partir do dia 20 de agosto.

"À frente da ATMP, darei continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido junto à diretoria da ATMP, sempre prezando pela defesa e garantia das prerrogativas dos membros do MP”, afirmou Jacqueline.

Casaroti anunciou a candidatura ao cargo de Procurador-Geral de Justiça na sessão do Colégio de Procuradores de Justiça realizada no dia 03 de agosto, quando aproveitou para agradecer o apoio à sua gestão e reafirmar o respeito ao colegiado.

Reconhecido pela postura democrática na ATMP e pelo convívio harmonioso com todos os integrantes do MPTO, o promotor falou sobre o aprendizado no comando da associação e reassumiu o compromisso de estar sempre aberto ao diálogo.

Luciano Casaroti ingressou no Ministério Público do Tocantins 2010 e, atualmente, é titular da 13ª Promotoria de Justiça de Araguaína. Atuante na defesa das prerrogativas da classe, foi presidente de ATMP por três biênios consecutivos (2015/2016, 2017/2018 e 2019/2020).